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	<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 10:40:10 +0000</pubDate>
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		<title>Breve relato sobre a história de Indaiatuba</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 22:55:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jrubens</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[O início da ocupação de Indaiatuba, como ocorre em muitas outras cidades, é povoado de mistérios e suposições. Uma história bastante difundida é a da existência de um povoado perto da foz do córrego Barnabé, chamado Votura, que teria sido abandonado após uma epidemia de varíola, em meados do século XVIII. Outra história bastante divulgada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O início da ocupação de Indaiatuba, como ocorre em muitas outras cidades, é povoado de mistérios e suposições. Uma história bastante difundida é a da existência de um povoado perto da foz do córrego Barnabé, chamado Votura, que teria sido abandonado após uma epidemia de varíola, em meados do século XVIII. Outra história bastante divulgada diz respeito a uma capela em devoção a Nossa Senhora da Candelária, que teria sido criada e cuidada por José da Costa, também no século XVIII.</p>
<p class="style1 style13" align="justify">É preciso dizer que essas duas histórias não têm nenhum registro nos textos do século XVIII sobre nosso povoado. Assim, não podemos considerá-las de fato como parte de nossa história, a não ser que surjam novos documentos que lancem luz sobre essas histórias. Infelizmente a história oral, para um período assim recuado no tempo, é de pouco ou nenhum auxílio. As pesquisas arqueológicas, que poderiam nos trazer novos dados sobre o local onde teria sido o povoado de Votura, ainda estão por serem feitas. Relataremos então, neste texto, apenas os fatos que se encontram de acordo com os documentos abrigados pelos diversos arquivos de São Paulo.</p>
<p class="style1 style13" align="justify">O povoado de Indaiatuba foi primeiramente um dos bairros rurais da Vila de Itu, ponto de passagem de tropas nos caminhos para o sul e para as Minas de Cuiabá e Goiás. O arraial aparece como Indayatiba já nos registros do censo de 1768, com uma pequena população que vivia, sobretudo, de suas roças de milho e feijão. Esse arraial também é citado como Cocaes, por causa dos seus campos de palmeiras Indaiá.</p>
<p class="style1 style13" align="justify">Nessa época o governo da Província de São Paulo implementou uma vigorosa política de incentivo à produção de açúcar para exportação, e Indaiatuba viu crescer o número de seus engenhos de tal modo que, por volta de 1850, já não havia aqui um só córrego com queda suficiente para mover uma roda d&#8217;água que não tivesse já a sua &#8220;fábrica de fazer açúcar&#8221;. Em torno das fazendas de açúcar foram se fixando, desde o final do século XVIII, pessoas que viviam do comércio e da fabricação artesanal de produtos para os habitantes próximos. Mais tarde, na segunda metade do século XIX, o café substituiu o açúcar como principal produto de nossa agricultura de exportação.</p>
<p class="style1 style13" align="justify">A história política de Indaiatuba inicia-se com a ereção de sua capela curada, através da doação de alguns imóveis feita à capela, por Pedro Gonçalves Meira, em 1813. Por esse gesto Pedro é considerado o fundador de nossa cidade. Ter sua capela curada possibilitou ao pequeno bairro ser o centro civil local, uma vez que, a partir daí, puderam ser feitos nessa igreja os batismos, casamentos e sepultamentos, tanto da população próxima como dos habitantes dos bairros rurais vizinhos. Um fato curioso é de que a primeira padroeira dessa capela foi Nossa Senhora da Conceição. Após a morte de Pedro, seu irmão Joaquim passou a cuidar dessa capela e, devoto de Nossa Senhora da Candelária, transformou-a em sua padroeira. Essa capela, ampliada e reformada, é a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Candelária. é uma das poucas igrejas construídas em taipa de pilão no interior de São Paulo ainda existentes, e um belo exemplo da arquitetura religiosa colonial paulista.</p>
<p class="style1 style13" align="justify">Em nove de dezembro de 1830 Indaiatuba tornou-se, por decreto do Imperador, sede de uma das Freguesias da Vila de Itu, englobando também os bairros de Itaici, Piraí, Mato Dentro e Buru. Em 1835 havia na sede da Freguesia, Indaiatuba, 142 habitantes, em Mato Dentro eram 454, em Itaici 625 e, em Pirahy, 805 habitantes. Sua elevação à condição de Vila ocorreu em 24 de março de 1859. Com esse novo estatuto Indaiatuba ganha autonomia política em relação a Itu, passando a ter sua própria Câmara de Vereadores. A Câmara é, desde o período colonial até o final do Império, responsável pelo poder político local no Brasil. A função de Prefeito só passará a existir a partir da República.</p>
<p class="style1 style13" align="justify">Em torno da Matriz foram sendo construídas as residências urbanas dos fazendeiros da Freguesia, hoje já demolidas, e em redor as casas de comerciantes, artesãos e trabalhadores livres. Com o final do Império, as funções públicas da Igreja desapareceram, e a cidade passou a contar com dois centros: um religioso, no Largo da Matriz, e um civil, no Largo da Cadeia, atualmente chamado de praça Prudente de Moraes. Nele se instalaram a Câmara, a Prefeitura e a Cadeia, em um prédio no centro da praça, demolido em 1962.</p>
<p class="style1 style13" align="justify">Em 1873 foram inauguradas as estações de trem de Itaici e Pimenta, pontos da ferrovia que ligava Jundiaí a Itu. A primeira estação de trem na cidade foi construída em 1880, com verba da comunidade. O prédio principal dessa estação, hoje Museu Ferroviário, foi inaugurado em 1911.</p>
<p class="style1 style13" align="justify">No Largo da Matriz funcionou também o primeiro grupo escolar da cidade, no início do século XX. Esse Grupo passou a chamar-se Randolfo Moreira Fernandes, em 1932, e em 1937 ganhou um prédio especialmente construído para ele na praça Dom Pedro II, que hoje é sede da Secretaria da Cultura.</p>
<p class="style1 style13" align="justify">A partir do final do século XIX Indaiatuba recebeu muitos imigrantes da Suíça, Alemanha, Itália, Espanha e, já no século XX, imigrantes do Japão. Esses homens e mulheres dedicaram-se principalmente à agricultura, mas também ao comércio, às oficinas e manufaturas. Com sua economia dividida entre a cultura de café e batata e algumas pequenas fábricas, a cidade cresceu pouco na primeira metade do século XX. Em 1950 havia 11.253 habitantes no município. Em 1964 eram 22.928. A partir daí o crescimento acelerou-se, baseado principalmente na expansão da indústria e de serviços. Em 1991 o censo registrou 92.700 pessoas, número que em 2000 saltou para 146.829, e continua crescendo.</p>
<p class="style1 style13" align="justify">O projeto urbanístico da cidade inicia-se no século XIX, com um traçado quadriculado, feito &#8220;a cordel&#8221;, conforme a tradição racionalista já implantada nas cidades portuguesas desde o século XVIII. esse traçado mantém-se no centro histórico da cidade até hoje. Nos anos sessenta do século XX implantou-se um plano diretor assinado por Jorge Wilheim, que guiou ordenadamente a expansão urbana até a década de oitenta. Então, com seu crescimento acelerado por grandes ondas de migração, o projeto encontrou seu limite.</p>
<p class="style1 style13" align="justify">Nesse momento o arquiteto e urbanista Ruy Ohtake apresentou à cidade um projeto ousado, que propunha o traçado do Parque Ecológico como principal vetor urbanístico para o crescimento futuro da cidade. Este projeto, que irá nortear a expansão urbana de Indaiatuba até os dias atuais, ligou a cidade antiga, hoje na zona norte, à recém criada zona sul da cidade, conhecida como Morada do Sol, criando uma bela paisagem urbana e ampliando sobremaneira a qualidade de vida de toda a comunidade.</p>
<p class="style1 style13">Texto: Adriana Carvalho Koyama</p>
<p>Texto extraído do site <a class="links2" href="http://www.indaiatuba.sp.gov.br/cidade/historia"><font color="#ff9900">http://www.indaiatuba.sp.gov.br/cidade/historia</font></a></p>
<p class="style1 style13" align="justify"><span class="style8"><font color="#666666" size="1"><a title="Arquiteta" href="http://www.sombini.arq.br">Sombini Arquitetura - Arquiteta Isabel Fernanda Sombini - Escritório e empresa de arquitetura e urbanismo,<br />
arquiteta e urbanista formada pela Universidade Mackenzie, projetos arquitetônicos, maquetes eletrônicas, projetos comerciais,<br />
projetos residenciais,projetos para escritórios, arquitetura de interiores, projetos de iluminação, paisagismo, ampliações, reformas,<br />
administração de obras, acompanhamento de obras, aprovações e regularizações de obras, construções, construtora, construção,<br />
construção civil, (arquiteto em Indaiatuba). Atende Indaiatuba, Campinas, Salto, Itu, Sorocaba, Jundiaí.</a></font><br />
</span><a href="http://www.sombini.arq.br/">www.sombini.arq.br</a>
</p>
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		<title>Construção Civil - Indaiatuba</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 22:53:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jrubens</dc:creator>
		
		<category>Arquitetura</category>

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		<description><![CDATA[Veja um texto informativo sobre construção civil extraido da Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicações Ltda. 
Diferentemente das atividades próprias da indústria de transformação, na qual as matérias-primas são convertidas em produtos novos, as atividades construtivas ocupam-se basicamente da montagem e adaptação de produtos acabados ou semi-acabados.
Construção civil ou indústria da Construção é a atividade econômica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="left"><span class="style1 style13"><font size="2">Veja um texto informativo sobre <strong>construção</strong> civil extraido da Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicações Ltda. </font></span></div>
<p class="style1 style13" align="justify">Diferentemente das atividades próprias da indústria de transformação, na qual as matérias-primas são convertidas em produtos novos, as atividades construtivas ocupam-se basicamente da montagem e adaptação de produtos acabados ou semi-acabados.</p>
<p>Construção civil ou indústria da Construção é a atividade econômica que tem por objetivo a execução de obras de arquitetura e/ou engenharia, utilizando principalmente produtos intermediários e finais originados de outros setores da economia.</p>
<p>O desenvolvimento da indústria da Construção tem grande efeito sobre quase todos os setores da economia de um país. Numerosas indústrias a suprem e, ao mesmo tempo, dela dependem para sua expansão. É extremamente importante seu papel nas economias regionais ou nacionais: de uma parte, como fonte de emprego de vastos efetivos de mão-de-obra, notadamente de trabalhadores não-especializados; de outra parte, como consumidora de enorme variedade de mercadorias produzidas nos mais diversos níveis tecnológicos (argila, areia, pedras, cal, tijolos, telhas, madeiras, esquadrias de madeira e metálicas, cimento, ferro e aço laminados, estruturas metálicas, azulejos e ladrilhos, louças sanitárias, asfalto).<br />
Os investimentos na indústria da Construção, considerando-se os três setores em que se subdivide - construções residenciais, construções não-residenciais e obras públicas de infra-estrutura - representam parte substancial na formação bruta de capital fixo, tanto nos países desenvolvidos como nos países em desenvolvimento (entre quarenta e setenta por cento). Sua participação no produto nacional bruto também é considerável, oscilando freqüentemente entre quatro e oito por cento.</p>
<p>Histórico:</p>
<p>Na Idade Média destacou-se a Construção de catedrais, que exigia intensa organização de esforços, para obtenção de mão-de-obra especializada, criação de novas técnicas, transporte de materiais e mobilização de grande número de operários. O transporte de materiais influía consideravelmente no custo da obra: as cargas de pedras, de madeira e de outras matérias-primas de Construção representavam parcelas importantes do comércio regional e internacional.</p>
<p>Nos tempos atuais, os fatores estimulantes do desenvolvimento da Construção civil foram o aumento da população urbana e o crescimento da indústria. A abertura de canais e estradas, reclamados pela revolução industrial, multiplicou e transformou a atividade de Construção. Datam de então, na Europa, as empresas imobiliárias e também o aparecimento do empreiteiro de obras como figura central da Construção de rodovias e ferrovias.</p>
<p>Durante a década de 1920 ergueram-se os primeiros arranha-céus com estrutura de aço que se tornaram símbolos do progresso dos Estados Unidos e das megalópoles de todo o mundo. Às inovações em materiais e técnicas surgidas então juntaram-se outras nascidas após a primeira guerra mundial. O concreto armado revolucionou a técnica construtiva. As clássicas fachadas de pedra ou ladrilho foram substituídas pelas de vidro, aço inoxidável, alumínio, metais esmaltados etc. Tornou-se de uso corrente máquinas para desmontar, aplainar e secar o solo, preparar as estruturas, instalar tubulações ou realizar funções semelhantes. Especialmente em edifícios é hoje comum o uso de peças pré-fabricadas. Novos conceitos arquitetônicos de recuperação do terreno entre os pilotis ou colunas do pavimento térreo, permitindo seu aproveitamento como terraços e jardins suspensos, exigiram tipos diversos de impermeabilização à base de betume e feltro e de lâminas metálicas, em que materiais especializados e o isolamento térmico tomaram lugar destacado.</p>
<p>Aspectos econômicos da Construção.</p>
<p>A indústria da Construção civil congrega uma grande variedade de empresas, que se diferenciam tanto pelo porte como pela atividade que desempenham. Essa indústria compreende dois grandes setores: o imobiliário e o de infra-estrutura e engenharia pesada.</p>
<p>Para fins de análise econômica, costuma-se decompor a indústria da Construção civil em cinco grandes segmentos: vias de transporte (rodovias, ferrovias, portos, aeroportos e metrô); obras hidráulicas (principalmente hidrelétricas e obras de saneamento); edificações; obras e serviços especiais; e outras obras. O setor imobiliário reúne as empresas públicas e privadas ligadas ao segmento edificações, basicamente as construtoras. O setor de infra-estrutura e engenharia pesada compreende os outros quatro segmentos.</p>
<p>Antes de se iniciar qualquer Construção é necessário tomar uma série de decisões, como escolha do local apropriado, planta da edificação, estudo da viabilidade econômica e cronograma. Todos esses elementos são importantes e nenhum pode ser considerado isoladamente. Um dos pontos cruciais consiste em saber a que uso a Construção se destina. No caso de edifícios comerciais e lojas de departamentos, supermercados etc., em geral há necessidade de prévios estudos de mercado. Em seguida procura-se determinar qual será a utilização geral do prédio e a de cada uma de suas áreas. No caso de um grande centro comercial, por exemplo, há áreas destinadas às lojas, áreas de circulação, estacionamento, segurança etc. Um projeto de escola deve considerar a clientela potencial e as diversas áreas segundo sua ocupação: salas de aula, ginásio esportivo, biblioteca, cantina etc.</p>
<p>A localização do imóvel é também da maior relevância.</p>
<p>Nesse particular devem ser considerados o preço do terreno, os impostos e taxas que incidirão sobre o imóvel, disponibilidade de recursos próximos, abastecimento de água e luz, esgotos, facilidade de transporte, zoneamento de ocupação urbana (residencial, comercial ou industrial) e proximidade do mercado, em caso de edifícios comerciais. Um supermercado, por exemplo, precisa saber com segurança a que distância se localiza seu mercado potencial. Já num projeto de edifício de escritórios, é importante determinar a que distância passam as principais linhas de transporte. À medida que se levantam esses dados, vão surgindo também as vantagens e desvantagens da localização, que, sopesadas, indicarão a localização mais, dentre as que estão em estudo.</p>
<p>A finalidade do projeto de arquitetura é dar a melhor solução possível dentro dos limites do orçamento de Construção. Nesse aspecto consideram-se a relação entre a área do terreno e a do imóvel, bem como a relação entre ocupantes e área construída. Em seguida é definida a planta geral e as plantas setoriais, nas quais se descreve e ilustra o lugar, os materiais a serem usados, a estrutura, o equipamento mecânico e até mesmo a mobília. Aqui consideram-se os materiais estruturais &#8212; madeira, aço ou concreto &#8212; a localização e a capacidade do sistema de ar condicionado, os elevadores e escadas rolantes, a iluminação, o encanamento, o sistema acústico e as cores mais indicadas para pintura.</p>
<p>Traçadas essas linhas mais gerais é preciso chegar a especificações mais precisas: qualidade e quantidade de material, dimensões de cada área, acabamento das paredes e do teto, portas e janelas, pontos de luz e equipamentos de cozinha, banheiro etc. Essas especificações são incorporadas ao contrato de Construção, entre outras razões porque isso facilita a contratação de serviços a terceiros, como a instalação de equipamentos especiais. Uma vez assinado o contrato, inicia-se a Construção, dentro de um cronograma de obra e de custos. Todo esse trabalho preliminar é capitaneado pelo arquiteto mas conta com a participação de diversos outros técnicos, como engenheiros mecânicos, especialistas em custos e técnicos em iluminação, refrigeração e acústica. Uma das primeiras fases da Construção é a preparação da documentação necessária e dos contratos entre as várias partes, a fim de garantir a conclusão da obra.</p>
<p>A utilização dos materiais apropriados ao tipo de Construção &#8212; considerando-se as especificações técnicas do projeto e o orçamento disponível &#8212; é de capital importância. Há os materiais ditos estruturais &#8212; os mais resistentes, em geral elaborados em elementos de grandes dimensões e destinados a suportar a armação do prédio &#8211;, e os que formam as paredes e tetos, as instalações hidráulicas e elétricas, o revestimento e o acabamento do prédio. No primeiro caso estão o cimento e o concreto armado, o aço e o ferro, os diversos tipos de pedra, areia, madeira etc. Todos esses materiais têm em comum a função de servir de suporte aos do segundo grupo. Estes são os tijolos e telhas, as esquadrias de madeira e alumínio, as louças sanitárias, o aço inoxidável, o couro, o latão, o chumbo, o vidro, os têxteis etc. Alguns desses materiais têm função de proteção e servem para assegurar a longevidade da Construção.</p>
<p class="style1 style13" align="justify"><span class="style8"><font color="#666666" size="1"><a title="Arquiteta" href="http://www.sombini.arq.br">Sombini Arquitetura - Arquiteta Isabel Fernanda Sombini - Escritório e empresa de arquitetura e urbanismo,<br />
arquiteta e urbanista formada pela Universidade Mackenzie, projetos arquitetônicos, maquetes eletrônicas, projetos comerciais,<br />
projetos residenciais,projetos para escritórios, arquitetura de interiores, projetos de iluminação, paisagismo, ampliações, reformas,<br />
administração de obras, acompanhamento de obras, aprovações e regularizações de obras, construções, construtora, construção,<br />
construção civil, (arquiteto em Indaiatuba). Atende Indaiatuba, Campinas, Salto, Itu, Sorocaba, Jundiaí.</a></font><br />
</span><a href="http://www.sombini.arq.br/">www.sombini.arq.br</a>
</p>
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		<title>Porcellanato</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Aug 2007 00:58:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jrubens</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[As primeiras produções de porcellanato surgiram na década de 70, na Itália, país que até hoje é líder em design de pisos e revestimentos. Em 1993 a empresa Portobello começou a importar porcellanatos, e iniciou a produção nacional desse produto em 2000.
Mas afinal, para que surgiu o porcellanato? Este produto, por possuir outros componentes adicionados à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As primeiras produções de porcellanato surgiram na década de 70, na Itália, país que até hoje é líder em design de pisos e revestimentos. Em 1993 a empresa Portobello começou a importar porcellanatos, e iniciou a produção nacional desse produto em 2000.</p>
<p>Mas afinal, para que surgiu o porcellanato? Este produto, por possuir outros componentes adicionados à tradicional massa cerâmica, tornou-se mais resitente e com teor de absorção de água muito baixo, praticamente chegando a zero. (os de boa qualidade, claro). Sendo assim, os porcellanatos vieram para concorrer e até mesmo substituir as pedras naturais, mármores e granitos, com a vantagem do aspecto mais uniforme e da manutenção quase nula, além da alta durabilidade.</p>
<p>Atualmente, existem no mercado várias marcas e inúmeros porcellanatos, com aspectos e tonalidades que atendem a todos os gostos e necessidades, desde os estilos mais clássicos aos mais urbanos e contemporâneos. A tendência atual são grande formatos, começando em 60&#215;60 e chegando a 60&#215;1.20, proporcionando um visual mais limpo, com uma área menos segmentada. Outra característica importante é poder ser retificado, ou seja, possuir as bordas e laterais planas e paralelas, o que permite um assentamento com juntas menores e mais discretas.</p>
<p>Além dessas varições, os porcellanatos também podem ter vários tipos de acabamento, como: <br />
- polido: onde a superfície é polida até o produto obter um brilho espelhado;<br />
- anticato (do italiano &#8220;envelhecido&#8221;): efeito onde o produto sofre um acabamento para ganhar um aspecto mais natural, de textura lisa e suave ao toque;<br />
- natural: aspecto levemente acetinado, sem brilho.</p>
<p>Um produto tão eficaz e revolucionário como o porcellanato, deve ser especificado corretamente, de acordo com o tipo de uso, área e necessidades, por um profissional qualificado, para que você possa usufruir de todas as vantagens desse porduto super atual e ao mesmo tempo, muito elegante.</p>
<p>Isabel Sombini - Arquiteta e Urbanista, escritório de arquitetura e urbanismo, realizando projetos residenciais, comerciais, escritórios, interiores, paisagismo, ampliações, ampliação, reformas, administração de obras, aprovação, regularização, construções, construção, construtora. Indaiatuba, Jundiaí, Campinas, Salto, Itú, Sorocaca / SP<br />
<a href="http://www.sombini.arq.br/">http://www.sombini.arq.br</a><br />
<a href="mailto:isabel@sombini.arq.br">isabel@sombini.arq.br</a></p>
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		<title>Marchetaria</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Aug 2007 14:41:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jrubens</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[A Marchetaria nasceu em berço egípcio, e é a arte de incrustar, aplicar ou embutir peças de diversos materiais, como madeira, marfim, metal, em objetos também de madeira, como caixas e móveis, resultando em trabalhos luxuosos e requintados.
O encaixe minucioso e perfeito dessas lâminas, forma tantos desenhos como um caleidoscópio. Um detalhe que pode valorizar todos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Marchetaria nasceu em berço egípcio, e é a arte de incrustar, aplicar ou embutir peças de diversos materiais, como madeira, marfim, metal, em objetos também de madeira, como caixas e móveis, resultando em trabalhos luxuosos e requintados.</p>
<p>O encaixe minucioso e perfeito dessas lâminas, forma tantos desenhos como um caleidoscópio. Um detalhe que pode valorizar todos os ambientes.</p>
<p>Isabel Sombini - Arquiteta e Urbanista, escritório de arquitetura e urbanismo, realizando projetos residenciais, comerciais, escritórios, interiores, paisagismo, ampliações, ampliação, reformas, administração de obras, aprovação, regularização, construções, construção, construtora. Indaiatuba, Jundiaí, Campinas, Salto, Itú, Sorocaca / SP<br />
<a href="http://www.sombini.arq.br/">http://www.sombini.arq.br</a><br />
<a href="mailto:isabel@sombini.arq.br">isabel@sombini.arq.br</a></p>
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		<title>Esquadrias</title>
		<link>http://www.sombini.arq.br/blog/?p=9</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Jul 2007 11:17:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jrubens</dc:creator>
		
		<category>Arquitetura</category>

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		<description><![CDATA[Esquadrias de Alumínio
Este material pode ser usado em todo tipo de construção e ambiente, uma vez que são duráveis e resistentes. Atendendo às normas técnicas, tendo sido devidamente instalada e com manutenção adequada, duram mais de 30 anos.
Outra vantagem é Ter muitas opções de cores e permitir desenhos específicos, personalizando os caixilhos. São dois os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Esquadrias de Alumínio</strong><br />
Este material pode ser usado em todo tipo de construção e ambiente, uma vez que são duráveis e resistentes. Atendendo às normas técnicas, tendo sido devidamente instalada e com manutenção adequada, duram mais de 30 anos.<br />
Outra vantagem é Ter muitas opções de cores e permitir desenhos específicos, personalizando os caixilhos. São dois os tipos de acabamento: anodizado (banho eletrolítico antiferrugem), em tons que vão do champanhe ao preto e pintura eletrostática a pó, com uma variedade de cores.</p>
<p><strong>Esquadrias de Madeira<br />
</strong>O ponto forte deste material é o fator estético. Geralmente é mais barato do que as esquadrias de alumínio e PVC, mas exigem manutenção muito mais constante, o que pode influir na hora da escolha do material.<br />
Ao optar por esquadrias de madeira, observe se ela tem resistência mecânica adequada, se é firme e se não está empenada. É essencial escolher a espécie de madeira certa para cada situação.</p>
<p><strong>Esquadrias de PVC<br />
</strong>O PVC hoje, está mais difundido no Brasil. Feita de policloreto de vinila, ainda encontra dificuldades por ter custo mais alto do que outros materiais.<br />
Suas principais qualidades são a resistência e facilidade de manutenção, além de isolar som e calor quando combinada com vidros duplos. Com os avanços tecnológicos, os problemas de envelhecimento rápidos devido à radiação ultravioleta, segundos os fabricantes, foi totalmente resolvido, durando pelo menos 50 anos.</p>
<p>Isabel Sombini - Arquiteta e Urbanista, escritório de arquitetura e urbanismo, realizando projetos residenciais, comerciais, escritórios, interiores, paisagismo, ampliações, ampliação, reformas, administração de obras, aprovação, regularização, construções, construção, construtora. Indaiatuba, Jundiaí, Campinas, Salto, Itú, Sorocaca / SP<br />
<a href="http://www.sombini.arq.br/">http://www.sombini.arq.br</a><br />
<a href="mailto:isabel@sombini.arq.br">isabel@sombini.arq.br</a></p>
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		<title>Texturas</title>
		<link>http://www.sombini.arq.br/blog/?p=8</link>
		<comments>http://www.sombini.arq.br/blog/?p=8#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 31 Jul 2007 11:16:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jrubens</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Práticas e bonitas, as massas texturizadas forma relevos e desenhos nas paredes. Podem ser usadas tanto interna quanto externamente, destacando apenas uma parede ou um conjunto delas. Podem vir coloridas de fábrica, mas a maioria somente em tons pastéis, tendo de ser encomendada uma cor específica ou aplicar tinta sobre este revestimento. Quanto aos efeitos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Práticas e bonitas, as massas texturizadas forma relevos e desenhos nas paredes. Podem ser usadas tanto interna quanto externamente, destacando apenas uma parede ou um conjunto delas. Podem vir coloridas de fábrica, mas a maioria somente em tons pastéis, tendo de ser encomendada uma cor específica ou aplicar tinta sobre este revestimento. Quanto aos efeitos, são inúmeras as opções, agradando a todos os gostos. As rústicas – formam uma superfície mais rugosa e marcada – têm uma grande quantidade de quartzo moído. As manchadas ganham esse efeito em virtude de um reagente aplicado sobre a massa já na parede.<br />
É sempre bom fazer uma pequena área como amostra, para ter certeza do tipo de desenho e cor a serem usados.</p>
<p>Isabel Sombini - Arquiteta e Urbanista, escritório de arquitetura e urbanismo, realizando projetos residenciais, comerciais, escritórios, interiores, paisagismo, ampliações, ampliação, reformas, administração de obras, aprovação, regularização, construções, construção, construtora. Indaiatuba, Jundiaí, Campinas, Salto, Itú, Sorocaca / SP<br />
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		<title>Pinturas</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jul 2007 11:15:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jrubens</dc:creator>
		
		<category>Arquitetura</category>

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		<description><![CDATA[É um dos acabamentos mais versáteis e práticos, pois são capazes de mudar e renovar o visual de muitos ambientes facilmente. Por este motivo as pintura invadiram certos lugares anteriormente destinados exclusivamente a revestimentos cerâmicos, como lavabos, banheiros e cozinhas.
De modo geral, as opções disponíveis são:
Tinta látex pva: recomendada para interiores, pode ser fosca ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É um dos acabamentos mais versáteis e práticos, pois são capazes de mudar e renovar o visual de muitos ambientes facilmente. Por este motivo as pintura invadiram certos lugares anteriormente destinados exclusivamente a revestimentos cerâmicos, como lavabos, banheiros e cozinhas.</p>
<p>De modo geral, as opções disponíveis são:</p>
<p>Tinta látex pva: recomendada para interiores, pode ser fosca ou acetinada, custa menos que a acrílica, mas em áreas externas é menos durável;<br />
Acrílica: indicada para exteriores, também pode ser usada internamente; durável e de fácil manutenção, pode ser de acabamento acetinado, fosco e semibrilho;<br />
Epoxi: por ser imune à ação de fungos e mofo e Ter boa aderência a azulejos, é a mais indicada para áreas úmidas e pouco ventiladas, como banheiros e cozinhas.</p>
<p>Cada ambiente deve ter uma cor que seja adequada à sensação que se quer obter, lembrando que, de modo geral, cores escuras podem diminuir e cores claras dão amplitude aos espaços.</p>
<p>Isabel Sombini - Arquiteta e Urbanista, escritório de arquitetura e urbanismo, realizando projetos residenciais, comerciais, escritórios, interiores, paisagismo, ampliações, ampliação, reformas, administração de obras, aprovação, regularização, construções, construção, construtora. Indaiatuba, Jundiaí, Campinas, Salto, Itú, Sorocaca / SP<br />
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		<title>Tendências</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jul 2007 02:18:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jrubens</dc:creator>
		
		<category>Arquitetura</category>

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		<description><![CDATA[Assim como o mundo da moda renova e revive suas tendências, o segmento de acabamentos da construção civil também transforma e reinventa suas opções.
Acima de quaisquer modismos estão as pastilhas de vidro e porcelana. De 1&#215;1 cm até 9.5&#215;9.5 cm, esbanjam elegância e classe em qualquer ambiente, de piscinas até banheiros, passando por cozinhas. Hoje [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Assim como o mundo da moda renova e revive suas tendências, o segmento de acabamentos da construção civil também transforma e reinventa suas opções.</p>
<p>Acima de quaisquer modismos estão as pastilhas de vidro e porcelana. De 1&#215;1 cm até 9.5&#215;9.5 cm, esbanjam elegância e classe em qualquer ambiente, de piscinas até banheiros, passando por cozinhas. Hoje aparecem sozinhas ou combinadas com pisos e revestimentos cerâmicos, numa profusão de cores, formatos e possibilidades, com brilho ou acetinadas, artesanais ou industrializadas, sendo estas últimas mais acessíveis. Mas elas compensam o investimento alto, pois são duráveis, conservam o aspecto ao longo do tempo e têm manutenção fácil e prática.</p>
<p>A instalação requer paciência, cuidado e mão-de-obra especializada, para que os rejuntes sejam precisos, não deixando as emendas em evidência e cantos desnivelados.</p>
<p>Elementos naturais, como casca de coco e bambu, sobras de mármore reciclados e até peças de osso polido, fazem a linha ecologicamente correta e são apostas bonitas e surpreendentes em ambientes atuais e rústicos.</p>
<p>Revestimentos cerâmicos de tamanhos maiores e mais esbeltos, como os 30&#215;60 cm, podem ser usados tanto na vertical quanto na horizontal, em parceria com filetes de vidro e faixas estilizadas. As superfícies vitrificadas, que remetem à transparência do vidro trazem leveza ao ambiente, dando um toque de atualidade e elegância.</p>
<p>Em lavabos os revestimentos cederam lugar às pinturas e texturas, vedetes do momento para esses locais, que podem e devem ser personalizados, até mesmo com uma dose de irreverência. Para quem não abre mão de muita água na hora da limpeza, os lavabos podem ter revestimentos até meia altura, com filetes ou pastilhas dando o arremate final.</p>
<p>Isabel Sombini - Arquiteta e Urbanista, escritório de arquitetura e urbanismo, realizando projetos residenciais, comerciais, escritórios, interiores, paisagismo, ampliações, ampliação, reformas, administração de obras, aprovação, regularização, construções, construção, construtora. Indaiatuba, Jundiaí, Campinas, Salto, Itú, Sorocaca / SP<br />
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		<title>Pisos</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jul 2007 02:11:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jrubens</dc:creator>
		
		<category>Arquitetura</category>

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		<description><![CDATA[Basicamente são dois os tipos de assentamento de piso: reto ou diagonal.
O assentamento ortogonal – reto – é o mais tradicional, e portanto, mais utilizado. É indicado para todos os ambientes, desde que as paredes não estejam fora do prumo (desalinhadas), pois neste caso as diferenças serão ressaltadas e ficarão mais aparentes.
Para disfarçar e minimizar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Basicamente são dois os tipos de assentamento de piso: reto ou diagonal.<br />
O assentamento ortogonal – reto – é o mais tradicional, e portanto, mais utilizado. É indicado para todos os ambientes, desde que as paredes não estejam fora do prumo (desalinhadas), pois neste caso as diferenças serão ressaltadas e ficarão mais aparentes.</p>
<p>Para disfarçar e minimizar possíveis falhas no prumo, o assentamento na diagonal é a melhor opção. Nesta forma de paginação haverá um acréscimo na perda de material, devido aos recortes, por isso, não se esqueça de comprar um pouco a mais para que não haja falta de material e interrupção do assentamento, uma vez que diferenças de lote podem trazer alterações de cor no material.</p>
<p>O uso de outros materiais, como pedras naturais, pastilhas e mosaicos, entre outros, são opções que enriquecem e valorizam os ambientes, formando um conjunto de destaque com cerâmicas e porcelanatos. Fique atento ao lay-out do mobiliário, para não correr o risco de localizar uma peça decorada importante sob os móveis, onde ela ficará escondida e perderá a função.</p>
<p>Porcelanato: este produto hoje é uma tendência mundial. Sua maior vantagem é aliar beleza e resistência, graças ao fato de sua massa de argila ser compactada a altíssimas temperaturas e, de tão prensada, a placa fica praticamente isenta de poros e absorve menos água, aumenta sua resistência mecânica.</p>
<p>Isabel Sombini - Arquiteta e Urbanista, escritório de arquitetura e urbanismo, realizando projetos residenciais, comerciais, escritórios, interiores, paisagismo, ampliações, ampliação, reformas, administração de obras, aprovação, regularização, construções, construção, construtora. Indaiatuba, Jundiaí, Campinas, Salto, Itú, Sorocaca / SP<br />
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		<title>Construir sem trauma - Será possível?</title>
		<link>http://www.sombini.arq.br/blog/?p=4</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Jul 2007 02:07:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jrubens</dc:creator>
		
		<category>Arquitetura</category>

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		<description><![CDATA[“Nunca mais vou mexer com construção na minha vida”. Certamente você já ouviu – se é que não disse – essa frase. Associar construção a um pesadelo é uma idéia tão difundida que, às vezes, chega a dar a impressão de que a humanidade se divide em dois grandes grupos: o daqueles que ainda sonham [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Nunca mais vou mexer com construção na minha vida”. Certamente você já ouviu – se é que não disse – essa frase. Associar construção a um pesadelo é uma idéia tão difundida que, às vezes, chega a dar a impressão de que a humanidade se divide em dois grandes grupos: o daqueles que ainda sonham com a construção da casa própria e o daqueles que já o realizaram – e se arrependeram amargamente. Mas será mesmo que a construção tem que ser sempre uma experiência traumatizante?</p>
<p>No mercado quem dita as regras é o consumidor. E a indústria da construção sabe muito bem disso. De antenas ligadas a essa realidade, os antigos depósitos de materiais de construção se transformaram em complexas companhias especializadas em vender produtos e agenciar serviço. Os “pitacos” nem sempre confiáveis do balconista cederam lugar ao suporte técnico especializado; as banquetas poeirentas foram substituídas por aconchegantes poltronas; os medíocres mostruários se tornaram fantásticos show room. “No nosso conceito aquela imagem do depósito acabou. Hoje buscamos um ambiente o mais agradável possível e com assessoria mais eficaz a fim de tornarmos a construção da casa própria uma experiência agradável”, sentencia Rogério Proença, 37 anos, gerente da loja de Indaiatuba da rede Padovani Materiais de Construção. E ele garante: a valorização do sonho de quem constrói tem se tornado exatamente o foco principal da indústria da construção.</p>
<p>Acontece que, além de explorar os diferentes estilos e desejos dos clientes, essa diversidade acaba atrelando uma série de outros “acessórios”. Para assentar um determinado tipo de piso, por exemplo, é necessário comprar um cimento especial. E por aí vai. A tecnologia oferece centenas de soluções e gera milhares de novas necessidades.</p>
<p>Para participar de todo esse avanço tecnológico o setor tem gerado também uma nova demanda de mão de obra especializada. Um pedreiro acostumado a assentar tijolos convencionais há 30 anos pode ficar completamente perdido diante de uma pilha de blocos estruturais. Nesse caso os longos anos de experiência não significam praticamente nada, pelo contrário, podem acabar atrasando a obra e desperdiçando o material (nada barato, por sinal).</p>
<p>A solução para esse problema foi, por muito tempo, um dos principais objetos de estudo de fornecedores de materiais para construção, e acabou sendo o estopim para a mudança na antiquada figura do “depósito”. Aparentemente opção mais sólida encontrada pelo mercado veio através de parcerias entre fabricantes e lojistas. Em espaços fornecidos pela própria loja, o fornecedor ministra cursos e palestras específicos a cada lançamento. Esses cursos atualizam tanto os profissionais (pedreiros, eletricistas, encanadores, etc) quanto os atendentes de loja, dos quais, cada vez mais, vem sendo exigido conhecimento técnico do produto. “Muitos consumidores ainda não estão atualizados a esse novo conceito e ignoram nosso conhecimento tecnológico na área da construção. Tive uma cliente que comprou com a gente um material muito sofisticado. Era um porcelanato que custava R$ 130.00 o metro quadrado. Mas para compensar o que para ela era uma extravagância, ela não se importou com nossa orientação e contratou um instalador que cobrava a bagatela de R$ 10.00 para assentar o piso. Lógico que ficou horroroso. Ela acabou tendo que trocar todo o material, gastando muito mais” recorda o gerente da loja Irmãos De Genaro, Airton Aparecido da Silva.</p>
<p>Foi para evitar essas e outras surpresas que a loja desde então passou a oferecer nominalmente serviços que vão desde dicas de arquitetura até o acompanhamento da obra in loco. Tudo isso como cortesia, sem qualquer custo adicional para o cliente.</p>
<p><strong>Isabel Fernanda Sombini</strong> é arquiteta da loja e costuma ajudar os clientes a organizar as idéias quando o assunto é construção civil. “Quem já construiu alguma vez costuma ter um pouco de noção, mas a maioria das pessoas chega à loja com milhares de idéias, e nem sempre elas são viáveis. A principal vantagem é que um profissional de arquitetura pode informar e orientar de maneira segura e consciente, ajudando os clientes a realizarem o sonho da casa própria&#8221;.</p>
<p>Um dos serviços mais comuns para Isabel é o de desenhar, através de um programa de computador, como vai ficar o assentamento do piso escolhido pelo cliente (paginação). Nesse “esquema” – que é aplicado diretamente em uma planta da casa – o instalador tem uma visão exata do que fazer. Se o profissional for capacitado e seguir o desenho, não tem como o cliente ficar decepcionado.</p>
<p>Sombini Arquitetura - Escritório de arquitetura e urbanismo, realizando projetos residenciais, comerciais, escritórios, interiores, paisagismo, ampliações,</p>
<p>(texto extraído da Revista Tribuna)</p>
<p>Isabel Sombini - Arquiteta e Urbanista, escritório de arquitetura e urbanismo, realizando projetos residenciais, comerciais, escritórios, interiores, paisagismo, ampliações, ampliação, reformas, administração de obras, aprovação, regularização, construções, construção, construtora. Indaiatuba, Jundiaí, Campinas, Salto, Itú, Sorocaca / SP<br />
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<a href="mailto:isabel@sombini.arq.br">isabel@sombini.arq.br</a></p>
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